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Campo Grande está entre 14 capitais que tiveram alta nos assassinatos

on seg, 30/10/2017 - 14:19
segunda-feira, 30 Outubro, 2017 - 14:15

Foto: Arquivo / Campo Grande News

 

Dados divulgados hoje mostram que Campo Grande está entre as 14 capitais que tiveram crescimento na taxa de assassinatos, passando de 15,2 casos a cada 100 mil habitantes para 16,9. Os números de 2015 e 2016 foram apresentados no 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, tornados públicos nesta segunda-feira (30) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No ano passado foram 146 mortes violentas, ou seja, 12% a mais se comparado com o mesmo período de 2015, quando foram registrados 130 casos. Já em Mato Grosso do sul, foram 560 mortes violentas, quatro casos a mais que em 2015. O levantamento considera, também, os homicídios causadas por militares, registrados como mortes decorrentes de intervenção policial.

Em agosto do ano passado, Magno Gauber Guimarães e Ailton Márcio de Oliveira Ferreira, ambos de 32 anos, foram mortos a tiros de pistola 9 milímetros, na Rua Randolfo Lima, no Bairro Nova Lima. O acusado pelos crimes, Ezequiel Romero Spinoza, 28 anos, fugiu para o Paraguai e meses depois foi morto em Ponta Porã.

Em dezembro, Vitor Hugo Gomes Fernandes, 20 anos, foi assassinado com tiro no peito, na Avenida Bandeirantes, na Vila Nhanhá. Ele tinha extensa ficha criminal e dois mandados de prisão preventiva decretados pela justiça.

Violência - O Brasil teve sete pessoas assassinadas por hora em 2016. Foram 61.619 mortes intencionais, maior número já registrado na País. Sergipe apresentou a maior taxa de homicídios com 64,0 casos por 100 mil habitantes, seguido de Rio Grande do Sul com 56,9. O terceiro lugar ficou com Alagoas como 55,9.

No ano passado, em números absolutos, o Rio de Janeiro foi a cidade com maior índice de homicídios doloso (1.330), seguido de Salvador (1.289) e Fortaleza (965). Já vítima de latrocínio – roubo seguido de morte, foram 2.703 casos. Em Mato Grosso do Sul, foram contabilizados 41 crimes desta natureza, 13% a mais que em 2015.


Fonte: Campo Grande News