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Pecuarista é condenado a 32 anos de prisão por assasinato em Paraíso

on ter, 12/03/2013 - 07:53
terça-feira, 12 Março, 2013 - 07:45
Mesmo sem a presença do réu, foi a juri popular no fórum de Costa Rica (MS), nesta segunda feira (11), Pedro Garcia de Almeida, 66 anos, vulgo "Pedro Peixoto", que foi condenado à 32 anos de reclusão pelo duplo homicídio qualificado.
 
A sentença foi decretada pelo magistrado, o Juiz de Direito, Walter Arthur Alge Netto, que também presidiu o tribunal.
 
O réu foi representado pelo seu advogado Dr. Jaquessom Marcelino de Souza, que sustentou a tese do homicídio privilegiado, configurado pelo domínio de violenta emoção logo em seguida a injustiça provocação da vitima, entre outros argumentos de defesa.
 
Algumas testemunhas de acusação foram ouvidas, já as de defesa, foram dispensadas, já que o réu não estava presente no julgamento.
 
O pecuarista Pedro Peixoto foi acusado pelo assassinato do casal Eurípedes Lemes da Silva e Crislene de Mello Balbueno, alvejados com vários tiros de um revólver calibre 38" na noite do dia 07 de fevereiro de 2009, em uma lanchonete em Paraíso das Águas (MS).
 
Nos autos do inquérito policial, consta que Pedro Peixoto mantinha um relacionamento amoroso com a vitima Crislene, com quem possuí uma filha. Após separar-se, Crisleine estava mantendo um relacionamento com a vitima Euripedes e na noite do fato, o casal estava juntos na lanchonete, acompanhado de crianças sobrinhas de Crisleine quando foram surpreendidos pelo acusado e alvejados com vários tiros.
 
A crise de ciúmes teria motivado o crime. O crime chocou a população de Paraíso das Águas. No momento em que tudo aconteceu, a lanchonete estava repleta de clientes, foi um enorme alvoroço e correria quando ouviram os disparos da arma de fogo.
 
Pedro Peixoto nunca se apresentou à polícia e manteve-se foragido até o dia de hoje. Várias operações foram realizadas pela polícia à fim de localizar o acusado, sem êxito.
 
A pouco menos de 15 dias, o pai da vitima Euripedes faleceu sem ter acompanhado o desfecho do caso.
 
Até o dia de hoje, a família de Crisleine vive com medo de que haja represália.
 
 


 





Brito News/Informações do www.tj.ms.gov.br