Ivanildo da Cunha Miranda procurou o MPF/MS (Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul) em julho de 2017, dois meses após a delação premiada da JBS no âmbito da Lava Jato. O conteúdo dos donos da empresa, os irmãos Joesley e Wesley Batista, apontava Ivanildo como operador no esquema de propinas.
Situação que foi confirmada pelo próprio durante os depoimentos prestados em sua colaboração à Justiça, firmada no âmbito da Lava Jato, operação que há dois anos investiga desvios de verbas e corrupção envolvendo o Governo de MS.