
Ainda na faculdade, Flávio Dias, 25 anos, era o colega do tipo “americanizado”, que fingia ser correspondente dos EUA, relatando todas as matérias com um sotaque de quem não entendia nada em inglês e gostava de ser chamado de “ Flávio Óliver”. De origem humilde e de boa educação, ele tinha o sonho de conhecer o exterior. Na igreja, conseguiu uma bolsa e agora contabiliza inúmeras histórias, desta vez reais, mundo afora.
“Minha mãe me criou sozinha, com dificuldades, mas aos 10 anos já queria fazer uma grande viagem, bem longe da minha cidade.